Fapeg, Secima e IFG vão implantar energia solar no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia

Solenidade no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia. Foto: Agnaldo Félix/Secima.

Em comemoração ao Dia do Sol, celebrado no dia 3 de maio, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e o Instituto Federal de Goiás (IFG) firmaram convênio que prevê a instalação de uma usina solar fotovoltaica no Palácio Pedro Ludovico Teixeira (PPLT), em Goiânia. O termo de cooperação técnico-científico entre as partes foi assinado, na ocasião, em solenidade que contou com o secretário Vilmar Rocha, a presidente da Fapeg, Maria Zaira Turchi, e o reitor do IFG, Jerônimo Rodrigues da Silva, além de autoridades estaduais e representantes do setor de energia solar.

Segundo o secretário Vilmar Rocha, mais do que a economia na conta de luz do PPLT, a instalação dessa usina terá “um efeito pedagógico e didático e servirá de exemplo para que outras unidades do Estado também adotem a energia solar, como escolas, hospitais e presídios”. O projeto entra agora em fase de análise e estudos e a implantação total deverá ocorrer em 2019. Os investimentos, por parte da Secima e da Fapeg, são da ordem de R$ 2 milhões para execução de todo projeto.

Coordenador do projeto por parte do IFG, o professor Aylton José Alves destacou que a usina servirá também como um grande laboratório que ajudará estudantes e professores em pesquisas de mestrado, doutorado, estágios e na elaboração de artigos técnico-científicos. “Além, claro, de fortalecer as políticas públicas de apoio à inovação na implantação de tecnologias sustentáveis”, disse.

Na solenidade, o secretário Vilmar Rocha anunciou os nomes dos representantes das instituições que vão compor o Conselho Estadual de Energia Solar Fotovoltaica. Criado por decreto do governador Marconi Perillo, o Conselho contará com representantes do governo estadual e de entidades como Crea, Senai, Fieg, Acieg, Sinduscon, Fórum Permanente de Energia e Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar).

“Sempre celebramos o Dia da Água e, este ano, fizemos questão de comemorar também o Dia do Sol, porque nosso programa (Goiás Solar) lançado em fevereiro deste ano está a toda velocidade”, afirmou o secretário Vilmar Rocha. “Estamos atuando fortemente na questão das isenções tributárias, do financiamento, da desburocratização e do fortalecimento da cadeia produtiva em Goiás. Se quisermos que esse programa seja eficaz, precisamos dar condições para que as pessoas, os empreendedores possam investir. E estamos fazendo isso”.

O projeto
Pelo projeto, será instalada uma usina fotovoltaica, cuja base é energia proveniente do sol. Ela atua a partir da conversão da luz do sol em eletricidade a partir do efeito fotovoltaico. Apresenta vantagens em relação às demais formas de produção de energia elétrica. Além de ela ser uma fonte de energia renovável – a irradiação do sol -, é considerada uma forma limpa de energia, o que significa uma menor emissão de gases-estufa na atmosfera por outras fontes de energia, sua fonte é gratuita (sol); para a produção de energia solar, também não são necessárias grandes áreas e nem qualquer tipo de desmatamento, ela possui baixa necessidade de manutenção. A usina fotovoltaica será instalada no terraço do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (Praça Cívica), em Goiânia.

A equipe que fez o projeto e vai implementá-lo é formada por professores do IFG, sob a coordenação dos professores José Luis Domingos e Aylton José Alves, presentes ao evento, professores da Universidade de Brasília (UnB) e uma pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Serão selecionados ainda, para compor o grupo de trabalho, quatro bolsistas de iniciação científica – estudantes do IFG – e sete estagiários, por meio de seleção via edital.

Licença ambiental
Durante o evento, o secretário Vilmar Rocha também entregou a primeira licença ambiental para instalação de uma usina solar fotovoltaica em Goiás. O projeto privado já está em andamento no município de São Luis de Montes Belos e terá capacidade de geração de 30 mil KW.

“Todas essas ações que estamos apresentando aqui comprovam que o Programa Goiás Solar não é apenas retórica. Com o total apoio e incentivo do governador Marconi Perillo, estamos trabalhando para fazer de Goiás uma referência na energia solar”, disse o secretário.

“Essa será a primeira usina do Estado, mas já existem outras em andamento e também há os incentivos para que as pessoas coloquem em suas casas”, completou o secretário, lembrando que Goiás é também um estado pioneiro na implantação da energia solar em habitações de interesse social.

“O mundo todo caminha nessa direção”, afirmou Vilmar Rocha. “Os grandes países do mundo já adotaram a energia solar, que é limpa, renovável e contribui para a redução do aquecimento global. O Programa Goiás Solar não é apenas um programa inovador, é também uma das maiores contribuições deste Governo ao meio ambiente de Goiás”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Secima com Gabinete de Imprensa do governador de Goiás e Diretoria de Comunicação Social/Reitoria do IFG.

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